RADIO PORTAL FLASH BACK

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Fama



 Fama (Original em inglês Fame) é um filme musical estadunidense de 1980, dirigido por Alan Parker. O filme originou uma série de televisão de mesmo nome, onde atuaram Gene Anthony Ray, Lee Curreri, Albert Hague, Lori Singer, Debbie Allen e Janet Jackson.
 Relata a história de oito adolescentes que buscam uma vaga na Escola de Artes Performáticas de Nova Iorque, Coco Hernandez, uma talentosa aspirante a estrela; Ralphy Garcy, um comediante porto-riquenho de vida sofrida; Leroy Johnson, um jovem negro de família pobre e dançarino de rua em busca de algo melhor; Doris Finsecker, uma tímida garota judia que sonha em se tornar uma grande atriz e cantora; Bruno Martelli, um gênio da música cuja arte é incompreendida; Montgomery McNeil, um sensível aluno de teatro; Lisa Monroe, uma estudante apaixonada pela dança; e Hilary Van Doren, uma bela garota loira de família rica que estuda balé clássico.

Trilha sonora
-Fame (Michael Gore, Dean Pitchford), por Irene Cara;
-Out Here on My Own (Michael Gore, Lesley Gore), por Irene Cara;
-Hot Lunch Jam (Michael Gore, Lesley Gore, Robert F. Colesberry), por Irene Cara;
-Dogs in the Yard (Dominic Bugatti, Frank Musker), por Paul McCrane;
-Red Light (Michael Gore, Dean Pitchford), por Linda Clifford;
-Is It Okay If I Call You Mine? (Paul McCrane), por Paul McCrane; 
-Never Alone (Anthony Evans), por Contemporary Gospel Chorus of the High School of Music and Art.;
-Ralph and Monty (Dressing Room Piano) (Michael Gore), por Michael Gore;
-I Sing the Body Electric (Michael Gore, Dean Pitchford), por Laura Dean, Irene Cara, Paul McCrane, Traci Parnell, Eric Brockington.


Elenco

  •  Irene Cara .... Coco Hernandez   
  • Lee Curreri .... Bruno Martelli   
  • Laura Dean .... Lisa Monroe 
  • Antonia Franceschi .... Hilary van Doren 
  • Albert Hague .... Benjamin Shorofsky  
  • Tresa Hughes .... Sra. Naomi Finsecker  
  • Steve Inwood .... François Lafete  
  • Paul McCrane .... Montgomery MacNeil  
  • Anne Meara .... Sra. Elizabeth Sherwood  
  •  Joanna Merlin .... Srta. Berg   
  • Barry Miller .... Ralph Garcey / Raúl García  
  • Jim Moody .... Sr. Farrell  
  • Gene Anthony Ray .... Leroy Johnson  
  • Maureen Teefy .... Doris Finsecker

 Oscar 1981 (EUA)
 Venceu nas categorias de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original (Fame).
 Foi indicado em outras quatro categorias: Melhor Roteiro Original, Melhor Edição, Melhor Som e Melhor Canção Original (Out Here On My Own).

Globo de Ouro 1981 (EUA)
 Venceu na categoria de Melhor Canção Original (Fame).
 Foi indicado em outras três categorias: Melhor Filme - Comédia / Musical, Melhor Atriz - Comédia / Musical (Irene Cara) e Melhor Trilha Sonora.

BAFTA 1981 (Reino Unido)
 Venceu na categoria de Melhor Som.
 Foi indicado também nas categorias de Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora e Melhor Edição.

Prêmio César 1981 (Itália)
 Indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.


       

sábado, 19 de maio de 2018

Maurice White




 Maurice White (Memphis, 19 de dezembro de 1941 — Los Angeles, 3 de fevereiro de 2016) foi um músico, produtor musical, compositor e arranjador norte-americano. Conhecido como líder da banda de R&B Earth, Wind & Fire, da qual foi um dos fundadores.
  Começou sua carreira musical em torno de 1966 como baterista para o Trio de Ramsey Lewis, antes de partir em 1970 para Chicago onde, com seu irmão Verdine White, fundou o Earth, Wind & Fire.
 White é também responsável por incorporar o som da kalimba (um piano do polegar da origem africana) e dos "Phoenix horns" (naipe de sopros composto por: Louis Satterfield, Rahmlee Michael Davis, Michael Harris e o posteriormente Don Myrick) na música de EWF.
 White produziu muitos artistas famosos, inclusive Barbra Streisand, The Emotions, Ramsey Lewis, Jennifer Holliday, Deniece Williams, e Neil Diamond. 
 Em 1990 Maurice foi diagnosticado com mal de Parkinson. Em 1996 Maurice decidiu aposentar-se dos palcos, no entanto continuou trabalhando como produtor, produzindo músicas para o Earth, Wind & Fire e outros artistas. Maurice é escolhido para liberar suas interpretações seguintes do projeto do álbum Celebrating the Music of Earth, Wind & Fire em março 2007, caracterizando artistas renomados como MeShell Ndegeocello, de Chaka Khan, Kirk Franklin entre outros.
 Maurice morreu em sua casa, na cidade de Los Angeles no dia 3 de fevereiro de 2016, aos 74 anos devido a complicações causadas pelo Mal de Parkinson.












segunda-feira, 30 de abril de 2018

Iron Maiden e Derek Riggs, o criador do Mascote Eddie

A tão aclamada banda Iron Maiden ainda é notícia na mídia quando o assunto é Heavy Metal!
Carrega consigo além de toda fama de mais de 40 anos de história, também o legado de seu Mascote, o famoso Eddie ou de nome original "Eddie the Head".

Derek Riggs é o designer ilustrador responsável pela criação do "monstro mascote" que até nos dias de hoje é visto nas capas dos álbuns e também é protagonista do show da banda.


Riggs era apaixonado por ficção científica nos anos 70 e ilustrava naves espaciais em busca da comercialização de suas artes naquela época. Com a repudia de muitos diretores de arte, Riggs revolveu mudar de segmentação e montar seu portifólio em busca da produção de artes para capas de discos (já tendência na época).



Através da imagem de uma cabeça de soldado em decomposição publicada pela revista Time aonde informavam que era a cabeça de um soldado Inglês presa em um tanque Nazista, Riggs deu início a ilustração que em tempos futuros faria história presente no primeiro álbum da banda Iron Maiden.

Naquela época, os jovens (ingleses) eram influenciados pelo movimento Punk, no qual havia uma grande crítica pela sociedade aonde alegavam que a juventude estava se perdendo e estaria em declínio. O "monstro" Eddie the Head então, tomou formas, com traços característicos da juventude. Segundo Riggs, o monstro foi ilustrado pensando na comercialização para bandas Punk, porém, nenhuma produtora aprovava a arte, até Rod Smallwood então empresário do Iron Maiden que estava em busca da arte para a capa do primeiro disco da banda aprovar a ilustração que sofrera algumas alterações, assim, se enquadrando no segmento da banda.

Derek sobre a 1ª ilustração do Eddie: 

"Eu projetei este personagem com cabelo punk, e eu pensei que eu vou colocar um cadáver em uma camisa, porque eu tinha uma imagem a partir da década de 1960 desta cabeça inoperante do inglês preso em um tanque Nazista. De qualquer forma, eu pintei esta cabeça com cabelo punk e pendurei na parede de onde eu morava.
Eu costumava andar muito durante a noite, e veio a ideia deste muro que era tudo amarelo porque tinha luzes de rua acima dele, e a lua estava lá também ... que tinha um tom azulado. Era um contraste bastante impressionante, então eu usei".


A partir daí, Riggs se tornou membro da equipe do Iron Maiden, produzindo e dando vida ao Masconte mais famoso do Rock!

Em meio de polêmicas (que era já de se esperar), pois julgavam o mascote muito macabro para a época, segundo fontes, após ação do governo Inglês de buscar impedir veiculações de posters da banda, Riggs produziu arte para o Single Sanctuary com o Mascote assassinando a então primeira dama Margaret Thatcher (na arte após a mesma rasgar o poster da banda na parede).
O Single foi bem aceito pelos fãs, porém, nem tão bem aceito pelo governo.

Outras aparições da primeira dama, encontramos no single Women in Uniform de 80' - cover da banda autraliana Shyhooks. Nesse episódio, a primeira dama prestes a assassinar Eddie!

Essa polêmica gerou notícia para a banda que então buscava reconhecimento. Nesse período (não só por isso) a banda se tornara cada vez mais forte, ganhando cada vez mais adeptos no que futuramente se transformou no movimento
N.W.O.B.H.M (New Wave of British Heavy Metal) ou " Nova Onda Do Heavy Metal Britânico.

Outra aparição da primeira dama, no 2º álbum da banda chamado Killers!

Dizem que é Eddie assassinando a então primeira dama e dando fim na história. Outro álbum de grande sucesso no qual carregou muita polêmica.

...

Derek Riggs assinava suas obras então voltadas a galera do Iron Maiden. Sua assinatura tem todo um significado aonde representa a gradeza da banda.

Temos acima a representatividade de "Deus" indicando abaixo "Iron Maiden" através da seta. Entre Deus e Iron Maiden, temos as esferas representadas por "Humanos". Ao lado direito, o enlace "Deus + Humanos".
Na Base, Iron Maiden!


A assinatura presente nas artes são quase perspectiveis, o que causou grande atenção do público, pois Riggs "brincava" posicionando a assinatura em locais aonde com muita atenção conseguissem identificar! Se tornou ai mais um atrativo em suas artes! 



Segue algumas artes ilustradas por Riggs e a localização de cada Assinatura:



















Álbum de estréia - Iron Maiden 1980



















Killers de 1981




















The Number of the Beast de 1982



















Piece of Mind de 1983




















Singles The Trooper e Flight of Icarus de 1983



















Powerslave de 1984




















Live After Death de 1985



















Somewhere in Time de 1986



















Seventh Son of a Seventh Son de 1988

...

O famoso Designer também ilustrou para outros artistas como Stratovarius, Gamma Ray, Bruce Dickinson, Impellitteri entre outros. No Iron Maiden produziu artes e deu vida ao Eddie dos anos 70 aos 90, aonde em 92 (na época do lançamento do álbum Fear of the Dark) segundo ele, se cansou da monotonia voltada apenas a Eddie e preferiu seguir em outras direções.

Em 1999 com a volta da formação clássica da banda, Derek também retorna a seu posto e faz parte do desenvolvimento da capa do album Brave New World de 2000.

Um fato é certo, as obras de Derek Riggs foram apreciadas por muitos fãs, fez história e até hoje suas artes são vistas por diversas gerações em camisetas, álbuns da banda, canecas, emfim, em diversos veículos! Derek Riggs também merece ser homenageado!

Up the Irons, Up the Eddie, Up Derek Riggs!

sábado, 31 de março de 2018

Rick Allen

 Richard John Cyril Allen, Dronfield, 1º de novembro de 1963, mais conhecido como Rick Allen, é baterista inglês, membro da banda de Rock britânica Def Leppard.
 Iniciou sua carreira profissional muito jovem, com apenas 15 anos de idade. Em 1978, entra para o Def Leppard substituindo Frank Noon. Nesse mesmo ano Allen e a banda lançam o mini-LP Def Leppard. Aos 16 anos abandona definitivamente a escola tornando-se baterista em tempo integral. Allen tinha como característica apresentar-se nos shows sem camisa, calçando tênis sem meias, vestindo luvas pretas e usando um calção que reproduzia a bandeira da Grã-Bretanha. Essa imagem o tornou famoso no mundo inteiro.
 Em 1980, faz sua estreia oficial em disco com sua banda no disco On Through the Night. Seguiram-se os álbuns High and Dry, muito elogiado, e Pyromania, um enorme sucesso. Allen foi particularmente muito elogiado pela crítica especializada por sua técnica, considerada esplêndida, chegando a ser comparado aos grandes bateristas do rock tais como Keith Moon e John Bonham.
 Em 31 de dezembro de 1984, ao ir para uma festa de ano novo na casa de sua família em Sheffield, Inglaterra, Allen, então com 21 anos, dirigia seu Corvette quando foi ultrapassado por um Alfa Romeo. O motorista desafiou Allen e não o deixou passar. Em sua corrida para tentar ultrapassá-lo, Allen não viu uma curva à frente e perdeu o controle de seu carro, que caiu por um paredão de pedra em um campo. Ele foi arremessado para fora do carro, tendo seu braço esquerdo arrancado por causa do cinto de segurança que estava mal colocado. O carro ficou de cabeça para baixo, com sua namorada Miriam Barendsen presa em seu assento. Ela não se feriu gravemente, e encontrou Allen caído no campo. Eles foram ajudados por uma enfermeira que passava pelo local, e foram levados a um hospital. Inicialmente, os médicos reimplantaram o braço de Allen, mas por causa das infecções, ele teve de ser removido novamente. Ele deixou o hospital três semanas e meia depois, com uma recuperação estimada em pelo menos seis meses.
 O acidente cancelou todos os seus compromissos profissionais — e também os do grupo — por quatro anos. Alegou-se, na época, inclusive, que o acidente havia sido o motivo para o cancelamento da apresentações do grupo no primeiro Rock in Rio, forçando a organização do evento a contratar a banda Whitesnake às pressas, no começo de 1985. No entanto, a troca das atrações já havia sido combinada antes do acidente. O real motivo foram os atrasos na gravação do próximo álbum da banda, Hysteria, que só chegaria a público em agosto de 1987 - neste caso, sim, graças ao acidente sofrido por Rick Allen.  
Allen e o Def Leppard só retornariam às paradas com o álbum Hysteria. Allen muda sua característica: usa camiseta, jeans, sem luvas e toca descalço. Para suas apresentações, usa uma bateria feita especialmente para ele e cujos controles de ritmo estão todos nos pés, tocando apenas com o seu único braço. Seguem-se os álbuns Adrenalize,1992; Retro Active, 1993; Vault: Def Leppard's Greatest Hits, 1995; Slang, 1996; Euphoria, 1999; X, 2002; Best Of Def Leppard, 2004; Rock of Ages: The Definitive Collection, 2005; Yeah!, 2006; Songs from the Sparkle Lounge, 2008 e Mirrorball, 2011. Allen vem se apresentando regularmente com o Def Leppard sempre com muito sucesso.

Albuns com Def Leppard:
On Through the Night (1980)
High 'n' Dry (1981)
Pyromania (1983)
Hysteria (1987)
Adrenalize (1992)
Retro Active (1993)
Vault: Def Leppard Greatest Hits (1980–1995) (1995)
Slang (1996)
Euphoria (1999)
X (2002)
Best of Def Leppard (2004)
Rock of Ages: The Definitive Collection (2005)
Yeah! (2006)
Songs from the Sparkle Lounge (2008)
Mirrorball (2011)
 Segundo diz o site oficial do Def Leppard, o companheiro de banda de Allen, Joe Elliot, afirma que Rick é um melhor baterista agora do que quando tinha dois braços.
 Allen fundou junto com sua esposa, Lauren Monroe, uma ONG chamada The Raven Drum Foundation para auxiliar pessoas com deficiência física.


sábado, 24 de março de 2018

The Hunters(Scorpions)



No ano de 1975, o SCORPIONS estava se preparando para entrar em estúdio e gravar seu terceiro álbum In Trance, e vinha apreciando um sucesso emergente pelo seu disco antecessor Fly To The Rainbow, de 1974. Porém, talvez eles quisessem experimentar o que antes era improvável, fazer rock com letras em alemão?
O propósito deste projeto só eles poderiam responder, mas, de forma surpreendente e inteligentemente, a banda usa um pseudônimo: THE HUNTERS. Talvez eles não quisessem associar o nome SCORPIONS a um possível fracasso ou rejeição, e, sendo assim, lançam um compacto contendo duas releituras da banda inglesa SWEET, que fazia muito sucesso na época, Fox On The Run, que viria a se chamar em alemão Fuchs Geh'Voran; e Action, que viria a ser Wenn Es Richtig Losgeht.
Este registro provavelmente é o disco mais raro da história do SCORPIONS, uma joia rara para fãs e colecionadores do grupo, apesar das canções poderem soar estranhas à primeira audição. É nítido, logo de cara, a familiaridade do DNA dos escorpiões de Hannover, presente no lado A e B, e a harmonia que se consolidaria como perfeita entre os dois guitarristas, Uli Roth e Rudy Schenker, em Tokyo Tapes. Estava sendo concebida, naquele momento, a voz polida, inconfundível e anasalada de Klaus Meine, que começava a surpeender; e a cozinha competente que acompanhava esses três jovens monstros de Jurgen Rosenthal e Francis Buchholz.
A gravação aconteceu antes das sessões do In Trance, pois o baterista ainda era Jurgen Rosenthal, que viria a ser substituido por Rudy Lenners.
O line up dessa curiosa façanha era: Klaus Meine vocal, Rudolf Schenker guitarra, Ulrich Roth guitarra, Francis Buchholz baixo e Jürgen Rosenthal bateria.
THE HUNTERS: uma experiência ou uma diversão? O fato é que com ou sem pretensões, qualquer hipótese não passou disso, pois logo em seguida seria gravado e lançado o disco In Trance, considerado um dos melhores da carreira da banda e, pela primeira vez, explorando o nome SCORPIONS no formato da logo, que se tornaria mundialmente conhecida e os acompanharia durante toda sua carreira.
Este compacto guarda puro veneno germânico, que começava a assombrar o mundo do rock.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Private Dancer


Em português Dançarina particular, é uma canção escrita por Mark Knopfler e gravada originalmente por Tina Turner. É a faixa-título do quinto álbum solo de Tina, lançado em 1984, e foi lançada como o quinto compacto simples do mesmo em 17 de novembro de 1985.
 Escrita por Mark Knopfler, Private Dancer tem como tema uma ambiciosa dançarina particular (prostituta) e seus sonhos. A canção iria ser originalmente gravada pelo grupo Dire Straits, do qual Knopfler era guitarrista e vocalista, no álbum Love over Gold de 1982. Entretanto, Knopfler decidiu não gravar os vocais enquanto a música estava sendo gravada, por ter percebido que não era cabível a um homem tratar de tal tema. Devido à razões legais, a gravação original sem os vocais não podia ser utilizada, então depois de dois anos, a canção foi refeita pelo Dire Straits para Turner. Todos os membros do grupo, com exceção de Knopfler, que estava gravando com Bryan Ferry, participaram da regravação de Private Dancer. O guitarrista foi substituído por Jeff Beck, naquele que Knopfler considera o segundo solo de guitarra mais feio.
 Foi pedido que Turner trocasse a frase American Express will do nicely, thank you (American Express dá muito certo, obrigada) para A few pounds sterling (Algumas libras esterlinas) para uma performance no programa Top of the Pops da BBC, que tinha uma política duradora de banir marcas.
 Apesar de seu tema, Private Dancer se tornou uma das canções de maior sucesso de Tina, tendo atingido a sétima posição na Billboard Hot 100. Também atingiu a sétima posição na França, mas não obteve muito êxito na Austrália e no Reino Unido, locais onde atingiu as posições de número vinte e um e vinte e seis nas paradas, respectivamente.
 O videoclipe da canção foi filmado no Rivoli Ballroom, em Londres, e mostra, basicamente, Turner dançando com homens em uma festa.
 Private Dancer está presente em Tina Live in Europe, o único álbum ao vivo da cantora, lançado em 1988, e também em vários outros DVDs de performances ao vivo.
 A canção foi regravada várias vezes. Dentre os covers mais famosos, está o da cantora britânica Nicki French no álbum Gayfest de 2005.


segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Mão chifrada


 Também conhecido como Maloik ou Mano Cornuta, é um símbolo conhecido por vários termos. Nos dias de hoje é muitas vezes considerado um sinal de adoração a ritos satânicos, tendo sido amplamente utilizado em diversas culturas ancestrais, principalmente mediterrâneas, como um sinal de proteção contra o mal (na Itália é como um equivalente das tradicionais três batidas na madeira). A utilização deste símbolo dentre os headbangers (fãs de Heavy Metal) não tem propriamente o objetivo primordial (satanismo). Foi introduzido ao gênero por Ronnie James Dio quando este estava no Black Sabbath.
 Ao longo de sua carreira Dio popularizou a expressão da mão chifrada. No documentário Metal: A headbanger's journey ele faz referência à seus avós vindos da Itália (seu sobrenome é Padavona) e que sua avó usava o gesto para afastar ou lançar mau-olhado para alguém; gesto bem comum entre supersticiosos do Mediterrâneo.
 O uso da mão chifrada às vezes é utilizado em um tom de ironia, visto que o heavy metal em geral já era uma música considerada satânica pela cultura popular, os precursores do metal adicionaram esse símbolo a fim de ironizar, e consequentemente aumentar ainda mais esse clichê criado pela população, que na grande maioria das vezes é falso, visto que o satanismo não é considerado um tema tão lírico para o heavy metal, que tem outros temas, como história (vide Iron Maiden), Idade média (medieval metal), história viking (viking metal), e até mesmo o cristianismo (white metal). O único estilo musical dentro do metal que utiliza de ritos satânicos é o black metal, mas, algumas bandas de thrash/death metal apresentam fortes influências do satanismo em suas musicas.
 Durante uma reunião da União Europeia em fevereiro de 2002, o ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi foi fotografado fazendo este gesto por trás das costas do ministro dos Negócios Estrangeiros espanhol. Quando questionado sobre o incidente, ele respondeu: Eu só estava brincando.