RADIO PORTAL FLASH BACK

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Os Goonies

 É um filme americano de 1985, produzido por Steven Spielberg, escrito por ele e Chris Columbus, e dirigido por Richard Donner. Na época, teve um extremo sucesso. Conta com a participação de Cyndi Lauper, cantando a música-tema do filme The Goonies 'R' Good Enough
 Após encontrar um mapa do tesouro no sótão de sua casa, Mickey, Brand, Bocão(Mouth), Dado(Data) e Gordo(Chunk), partem em busca do tesouro de Willy Caolho. Juntam-se a eles nessa aventura Andy e Stef, mas, além das armadilhas deixadas por Willy Caolho por entre as cavernas e trilhas subterrâneas, os garotos terão de enfrentar também uma família de bandidos italianos, Os Fratelli. Para salvá-los resta somente o valente e destemido Sloth.
 Da imaginação de Steven Spielberg, Os Goonies nos apresenta uma turma de pequenos valentes, com uma surpresa em cada canto! Seguindo um misterioso mapa do tesouro por incríveis passagens subterrâneas, traiçoeiras armadilhas e um antigo navio pirata cheio de dobrões de ouro, os garotos correm para ficar um passo a frente de uma família de caras maus, e um amável monstro com um coração de herói. Uma clássica aventura familiar do início ao fim. Os Goonies é um tesouro do cinema, de ação empolgante, efeitos deslumbrantes e calafrios de arrasar, Adaptado da sinopse ©2001 Warner Home Video, an AOL Time Warner Company – Brasil
 Uma aventura deliciosa com uma garotada simpática e divertida! Kathleen Carroll, New York Daily News.

ELENCO:
 

    Sean Astin – Michael 'Mikey' Walsh
    Josh Brolin – Brandon 'Brand' Walsh
    Jeff Cohen – Lawrence 'Chunk' Cohen (Gordo)
    Corey Feldman – Clark 'Mouth' Devereaux (Bocão)
    Kerri Green – Andrea 'Andy' Carmichael
    Martha Plimpton – Stephanie 'Stef' Steinbrenner
    Jonathan' Ke Huy Quan – Richard 'Data' Wang (Dado)
    John Matuszak – Lotney 'Sloth' Fratelli
    Robert Davi – Jake Fratelli
    Joe Pantoliano – Francis Fratelli
    Anne Ramsey – Mama Fratelli
    Lupe Ontiveros – Rosalita
    Mary Ellen Trainor – Harriet Walsh (Mãe do Mikey e Brand)
    Keith Walker – Irving Walsh (Pai do Mikey e Brand)
    Curtis Hanson – Elgin Perkins (Pai do Troy)
    Steve Antin – Troy Perkins
    George Robotham – Emil Yonis (guarda da prisão)
    Michael Paul Chan como Sr. Wang (pai de Data)
    The Fabolous Moolah

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Minnie Riperton



 Minnie Julia Riperton Rudolph(Chicago, 8 de novembro de 1947 — Los Angeles, 12 de julho de 1979) mais conhecida apenas como Minnie Riperton, foi uma cantora estadunidense de soul, R&B e rock. É famosa por seu single Lovin' You de 1975.
 Riperton nasceu em Chicago, Illinois, Filha de Daniel e Thelma Riperton. A mais nova dos oito filhos de uma família musical, Minnie abraçou as artes desde muito jovem. Embora ela tenha começado com balé e dança moderna, seus pais reconheceram suas habilidades vocais e musicais e a encorajaram a prosseguir na música.
 No Lincoln Center de Chicago, Riperton recebeu aulas de canto operístico de Miss Marion Jeffery. Ela praticava respiração e fraseado, com especial ênfase na dicção. Jeffery também treinou Riperton a usar sua extensa gama vocal, o que contraria a formação tradicional dos cantores de ópera.
 Enquanto estudava com Jeffery, Riperton cantou operetas e em pequenos shows, como preparação para uma carreira na ópera. Jeffery estava tão convencida de suas habilidades que a motivou fortemente para estudar os clássicos na Junior Lyric Opera de Chicago. E Riperton foi, no entanto, ainda jovem tornando-se muito interessada por soul, rhythm and blues e rock. Após graduar-se na Hyde Park High School, agora Hyde Park Career Academy, ela se matriculou no Loop College, mas desistiu depois de duas semanas. Mais tarde, ela foi introduzida no grupo Blue and White Family. tornando-se um membro da prestigiada da Zeta Phi Beta. Enquanto em Rotary Connection, Riperton reuniu-se ao compositor Richard Rudolph, com quem ela se casou mais tarde. Eles tiveram um filho chamado Marc, e uma filha, Maya Rudolph, que posteriormente se tornou uma comediante do Saturday Night Live.
 Em meados dos anos sessenta, Riperton entrou para o grupo musical The Gems, aos quinze anos de idade. Em 1968, sete anos após sua entrada no grupo, retirou-se e entrou em outro, The Rotary Connection, uma banda psicodélica. Minnie, ao mesmo tempo em que estava na banda, fazia sua carreira solo. Produziu um grande hit de sucesso, a música Loving You, do álbum Perfect Angel, um sucesso romântico da década de setenta. Minnie morreu de câncer de mama, em 1979, com apenas trinta e um anos.
 Álbuns de estúdio:
1970 - Come to My Garden
1974 - Perfect Angel
1975 - Adventures in Paradise
1977 - Stay in Love
1979 - Minnie
1980 - Love Lives Forever

Compilações:
1981 - The Best of Minnie Riperton
1993 - Capitol Gold: The Best of Minnie Riperton
1997 - Her Chess Years
2001 - Petals: The Minnie Riperton Collection
2001 - Les Fleurs: The Minnie Riperton Anthology

Singles:
1974 - Reasons
1974 - Seeing You This Way
1975 - Lovin' You
1975 - Inside My Love
1975 - When It Comes Down to It
1976 - Simple Things
1976 - Adventures in Paradise
1977 - Stick Together(Parts One and Two)
1977 - Can You Feel What I'm Saying
1977 - Young, Willing, & Able
1979 - Memory Lane
1979 - Lover and Friend /Return To Forever
1980 - Here We Go(dueto com Peabo Bryson)
1981 - Give Me Time




sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Barrados na Disneylândia



 Pepeu Gomes e Baby Consuelo estavam em Los Angeles em gravação e decidiram ir até a Disneylândia, adoravam os personagens.
 Na época usavam os cabelos coloridos e em razão de chamarem muita atenção, foram barrados pois os responsáveis pelo local disseram que chamavam mais atenção que os personagens local.
"Ser barrada na Disneylândia me traumatizou. Eu sempre sonhei conhecer o Pato Donald, e como eu e Pepeu estávamos gravando em Los Angeles, resolvemos dar um pulinho lá.
Só que como tínhamos os cabelos coloridos, eles acharam que iriamos fazer mais sucesso que o Pato Donald e não pudemos entrar.
Ficamos tão chateados que resolvemos fazer aquela música falando da nossa tristeza. Agora se o Pato Donald estivesse lá, tenho certeza de que ia nos deixar entrar. Só não processamos os homens porque amamos os personagens DISNEY"( Baby Consuelo).
 Foi composta a música Barrados na Disneylândia, lançado no álbum Kryshna Baby de Baby no ano de 1984.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

AMERICA




 Banda britânica de folk rock muito popular no início e meio dos anos 1970, muito conhecida por seus sucessos como A Horse with No Name e Sister Golden Hair. Embora eles não fossem muito aceitos pelos críticos, a banda teve excepcional sucesso comercial na venda de seus dois singles e álbuns. Apesar de cantores consagrados como James Taylor e Rod Stewart fazerem parte da Warner Brothers Records, o grupo que mais vendeu discos neste selo na década de 70 foi America.
 Gerry Beckley, Dan Peek e Dewey Bunnell eram três americanos muito jovens, que na época em que foram descobertos (por Jerry Lordan), em 1970, viviam em Londres. Seu som acústico, quieto, causou surpresa e fascínio. O America teve dois grandes hits internacionais seguidos, 'A Horse With No Name' e 'I Need You', ambos tirados de America, seu primeiro álbum, de 1971. Com este álbum, venceram o Grammy de banda revelação de 1972. A música do America, então, era uma versão refinada (não melhor, porém) do folkanglo-americano de Crosby, Stills & Nash. Beckley, Peek e Bunnel tocavam e cantavam imitando (talvez não intencionalmente) Neil Young. Até meados dos anos 70, pelo menos, America foi um nome sólido, com álbuns acima da média e hits de médio impacto, como 'Tin Man' e 'Sister Golden Hair'. No Final dos anos 90, o America, com a mesma formação, ainda estava ativo, vivendo de suas antigas glórias.

INTEGRANTES:


Gerry Beckley (1970-presente) – vocal, piano, teclados, guitarras, baixo, gaita
Dewey Bunnell (1970-presente) – vocal, guitarras
Dan Peek (1970-1977) – vocal, guitarras, baixo, teclados, gaita


DISCOGRAFIA:

1971 - America

1972 - Homecoming
1973 - Hat Trick
1974 - Holiday
1975 - Hearts
1975 - History: America's Greatest Hits
1976 - Hideaway
1977 - Harbor
1977 - America Live
1979 - Silent Letter
1980 - Alibi
1982 - A View from the Ground
1982 - The Last Unicorn - (trilha sonora)
1983 - Your Move
1984 - Perspective
1985 - In Concert
1991 - Encore: More Greatest Hits
1992 - Ventura Highway & Other Favorites
1994 - Hourglass
1995 - King Biscuit Flower Hour
1998 - Human Nature
2000 - Highway 30 Years of America - (box set)
2002 - Holiday Harmony
2002 - The Grand Cayman Concert
2002 - Complete Greatest Hits
2007 - Here And Now



segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Wander Taffo



 Wanderley Taffo Júnior, São Paulo, 17 de maio de 1954  São Paulo, 14 de maio de 2008 foi um cantor e guitarrista brasileiro e proprietário da EM&T(Escola de Música e Tecnologia). Ele tocou com Rita Lee, Guilherme Arantes e nas bandas Memphis, Made in Brazil, Secos & Molhados, Gang 90 e as Absurdettes, Joelho de Porco, Rádio Táxi e Banda Taffo.
 Carreira iniciada com a banda Memphis em 1973, em 1981 Wander fundou a banda Rádio Táxi juntamente com os ex-integrantes da banda de apoio de Rita Lee (da qual fazia parte), Lee Marcucci, Gel Fernandes e Willie de Oliveira, que fez muito sucesso com diversas músicas como Garota Dourada, Coisas de Casal, "Eva", entre outras. Na segunda metade dessa década, deixou o grupo para dar início a sua carreira solo, junto com os irmãos Andria e Ivan Busic (ex-Platina e posteriormente Dr. Sin).
 Em 1989, eles lançaram o disco Wander Taffo, com várias participações especiais, como a do vocalista americano Toddy Griffin na música Nightchild e de artistas nacionalmente conhecidos, como Herbert Vianna, Lulu Santos e Lobão. Para produzir o álbum, foi chamado o requisitado produtor Liminha(Ex-Mutantes), gravando o álbum no estúdio Nas Nuvens(RJ) e mixando-o em Los Angeles (EUA), com lançamento nacional pela gravadora Warner Music. O disco recebeu o Prêmio da Música Brasileira (na época Prêmio Sharp), na categoria Revelação Pop Rock Masculino em 1989. O disco ainda foi trilha sonora da novela O Salvador da Pátria, com a música Pra Dizer Adeus (não confundir com a canção homônima dos também paulistas Titãs).
 No ano seguinte, foi eleito melhor guitarrista do Brasil pela crítica especializada. Com Marcelo Souss nos teclados, formou-se a Banda Taffo, que teve sucesso com seu disco Rosa Branca.
 Wander participou ainda de diversos discos: Marina Lima de 1991, Cássia Eller de 1994, Clássicos, de Guilherme Arantes de 1994, entre outros. Em 1996, lançou seu terceiro disco solo, Lola, que teve a música Sempre Junto de Você na trilha sonora da novela O Amor Está no Ar, da Rede Globo.
 Em julho de 1997, Taffo abriu o IG&T (Instituto de Guitarra e Tecnologia). Assim, paralisou seus projetos musicais, dedicando-se exclusivamente ao projeto. A escola, hoje conhecida como Escola de Música & Tecnologia (EM&T), une alta tecnologia a um centro de conveniência nos moldes do GIT de Los Angeles (Estados Unidos), algo inédito na América Latina, de onde é considerada a melhor escola musical. Em apenas um ano de funcionamento, o IG&T atingiu mil matrículas. Já os irmãos Busic hoje estão no Dr. Sin.
 Em 2006, Wander voltou com a sua ex-banda Rádio Táxi, que lançou um DVD marcando a volta da banda. Ele planejava ainda a volta da banda Taffo para julho de 2008, mas esse projeto foi interrompido por sua morte. Wander Taffo faleceu na manhã de 14 de maio de 2008 em decorrência de parada cardiorrespiratória. Taffo não tinha histórico de problemas de saúde, segundo sua assessoria de imprensa. Ele tinha trabalhado normalmente no dia anterior e morreu enquanto tomava o café da manhã. Deixou esposa e dois filhos.

Carreira:

Radio Taxi
1982      Rádio Táxi, Gravadora: CBS
1983      Rádio Táxi, Gravadora: CBS
1984      6:56, Gravadora: CBS
1986      Matriz, Gravadora: CBS
2006      Rádio Táxi ao Vivo, Gravadora: Sony & BMG

Solo e Banda Taffo:
1989      Wander Taffo, Gravadora: WEA
1991      Rosa Branca (Banda Taffo), Gravadora: CBS / Epic
1996      Lola, Gravadora: Spotlight Records
2011      Coletânea EM&T, Gravadora: EM&T Records

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Hurricane




 É uma canção de protesto de Bob Dylan coescrita com Jacques Levy, sobre a prisão indevida de Rubin Hurricane Carter. Ele descreve os alegados atos de racismo contra Carter.
 Dylan inspirou-se a compor a canção depois de ler a autobiografia de Carter,The Sixteenth Round, que Carter tinha criou para "African-American Civil Rights Movement (1955-1968)", um movimento Afro-americana para conquista de direitos civis ocorrido entre 1955 e 1968.
 Carter e um homem chamado John Artis foram acusados e julgados por triplo homicídio qualificado pelo ocorrido em Lafayette Grill localizado em Paterson, New Jersey, em 1966. Carter e Artis foram acusados pelo crime, motivados por racismo. Nos anos do julgamento, foram verificados diversas inconsistências nas acusações e controvérsias por parte da acusação.
 Dylan enfrentou problemas com uma das testemunhas do caso, Patty Valentine, que o processava por usar seu nome na letra da música. Os advogados de Dylan na Columbia Records tiveram de pedir pequenas alterações na letra da canção para evitar possíveis novas ações. Mas o sucesso da música o livrou de grandes problemas, tendo sido muito bem tocada em rádios americanas, um mês depois dos primeiros concertos, o Revue se reuniu novamente (desta vez com Isaac Hayes, Stevie Wonder, Santana, Richie Havens e Rick Danko) para um show para Carter no Astrodome de Houston, Texas.






sábado, 14 de julho de 2018

Freddie Mercury


Nome artístico de Farrokh Bulsara (Zanzibar, 5 de setembro de 1946 — Londres, 24 de novembro de 1991), foi um cantor, pianista e compositor britânico que ficou mundialmente famoso como fundador e vocalista da banda britânica de rock Queen, que ele integrou de 1970 até o ano de sua morte.
 Mercury tornou-se célebre pelo seu poderoso tom de voz e seus desempenhos energéticos que sempre envolviam a plateia, tendo sido considerado pela crítica como um dos maiores artistas de todos os tempos. Como compositor, Mercury criou a maioria dos grandes sucessos do Queen, como We Are the Champions, Love of my Life, Killer Queen, Bohemian Rhapsody, Somebody to Love e Don't Stop Me Now. Além do seu trabalho na banda, Mercury também lançou vários projetos paralelos, incluindo um álbum solo, Mr. Bad Guy, em 1985, e um disco de ópera ao lado da soprano Montserrat Caballé, Barcelona, em 1988. Mercury morreu vítima de broncopneumonia, acarretada pela AIDS , em 1991, um dia depois de ter assumido a doença publicamente.


 Seu trabalho com Queen ainda lhe gera reconhecimento até os dias de hoje: Mercury é citado como principal influência de muitos outros cantores e bandas. Em 2006, ele foi nomeado a maior celebridade africana de todos os tempos e também eleito o maior líder de banda da história em uma votação pública organizada pela MTV americana. Em 2008, ele ficou na décima oitava posição na lista dos 100 Maiores Cantores de Todos os Tempos da revista Rolling Stone, e no ano seguinte a Classic Rock o nomeou o maior vocalista de rock and roll. Com o Queen, Mercury já vendeu mais de 150 milhões de discos em todo o mundo.
 Freddie Mercury, batizado de Farrokh Bulsara, nasceu na colônia britânica Cidade de Pedra, em Zanzibar (hoje parte da Tanzânia), seus pais, Bomi e Jer Bulsara, eram parsis zoroastrianos de Guzerate, na Índia. A família Bulsara se mudou da Índia para Zanzibar para que Bomi pudesse manter seu emprego no Banco Colonial Inglês, e lá o casal também teve sua segunda filha, Kashmira.
 Em 1954, aos oito anos, o garoto foi enviado para estudar na St. Peter Boarding School, uma escola para meninos na cidade indiana de Bombaim, tendo feito todo trajeto sozinho a bordo de um navio. Nessa época, já grande apreciador de música, ele começou a ter aulas de piano, muito influenciado pela cantora local Lata Mangeshkar. Aos doze anos, montou uma banda chamada The Hectics, com quem ele se apresentava em eventos escolares cantando sucessos de artistas como Cliff Richard e Little Richard, e foi nessa época que ele passou a ser chamado de "Freddie" pelos amigos. Apesar de ser apreciado pelos mais velhos devido a seu carisma e talento musical, o garoto sofria muito bullying por parte das outras crianças de sua idade devido a sua personalidade afeminada, o que o levou a se tornar uma pessoa introspectiva e muito tímida quando perto de estranhos. Quando mais velho, Freddie passou a morar na casa de sua avó, mas continuou frequentando o mesmo colégio até o fim do curso, voltando para a casa de seus pais em seguida. 
 Quando Freddie tinha dezessete anos, a família Bulsara, assustada com a Revolução Civil de Zanzibar de 1964, mudou-se para a capital inglesa, Londres, onde ele passou a estudar arte na Escola Politécnica Isleworth, posteriormente ganhando seu diploma como designer gráfico através da Ealing Art College. Após sua graduação, Freddie foi trabalhar como vendedor de roupas no famoso Mercado Kensington, ao lado de sua então namorada Mary Austin, e também foi atendente no Aeroporto Heathrow por um breve tempo. Em 1969, Freddie iniciou a banda Ibex, depois nomeada Wreckage, mas que não durou muito tempo, depois integrando o grupo Sour Milk Sea. Em abril de 1970, Freddie se juntou ao guitarrista Brian May e ao baterista Roger Taylor no trio Smile, cujo nome foi alterado para Queen, e nessa época, Freddie adotou a alcunha Mercury como sobrenome artístico, baseado na letra de uma de suas primeiras canções.
 Mercury era bissexual não assumido, embora seja costumeiramente descrito como totalmente gay. Em dezembro de 1974, quando perguntado diretamente sobre sua sexualidade por um repórter do jornal NME, Mercury respondeu que houve uma época em que ele era jovem e desprotegido", e que teve sua "cota de humilhações escolares, deixando implícito que ser gay o levou a ser discriminado por seus colegas de escola. Raramente Freddie falava sobre sua vida particular para a imprensa, e sua família e amigos seguiam a mesma linha, mas sua irmã, Kashmira, disse a uma rede de televisão britânica que o cantor jamais falou sobre sua homossexualidade diante da família, mas que todos sabiam, e isso nunca os havia incomodado. A mídia, no entanto, especialmente a britânica, sempre teve interesse em revelar Freddie como gay, e constantemente esse assunto era abordado em jornais, revistas e televisão; em 1986, por exemplo, o jornal The Sunday Times publicou uma matéria dizendo que Freddie havia assumido ter uma dúzia de romances gays.
 No início dos anos 70, Freddie iniciou um relacionamento com a vendedora de roupas Mary Austin, que ele conheceu através de Brian May, que se estendeu durante anos. O envolvimento amoroso deles acabou quando Freddie confessou sua natureza homossexual para ela, mas os dois mantiveram uma grande amizade por toda a vida, com Freddie dedicando a famosa canção Love of my Life em sua homenagem, e também sendo padrinho de seu primeiro filho. Em seu testamento, Freddie deixou para ela sua mansão em Londres, assim como a detenção de todos os direitos autorais de sua discografia, o que continua a render a Mary milhões de libras todos os anos. A moça ainda vive com sua família na casa de Freddie. No fim dos anos 70, o cantor também teve um relacionamento sério com um executivo da Elektra Records, que durou cerca de um ano. Pouco tempo depois, o cantor se envolveu com a atriz austríaca Barbara Valentin, que inclusive foi uma das figurantes no videoclipe da canção It's a Hard Life, e em 1985 iniciou outro sério romance com o cabeleireiro Jim Hutton, com quem Freddie viveu até o fim de sua vida; Jim não deixou Freddie durante sua doença e estava ao lado dele na cama quando o cantor faleceu. Jim morreu vítima de câncer em 2010.
 Mesmo tendo tido outros relacionamentos, Freddie sempre deixou claro que Mary Austin foi a pessoa mais importante de sua vida, e que a considerava uma esposa.

 Muitos dos meus amantes me perguntam por que eles não podem substituir Mary, mas é simplesmente impossível. Mary é minha única amiga, e eu não quero mais ninguém. Para mim, é como um casamento. Nós acreditamos um no outro, e é o suficiente para mim.
Mercury sobre Mary Austin.
 Em outubro de 1986, a imprensa britânica começou a noticiar que Mercury havia sido diagnosticado como portador do vírus da AIDS em uma clínica da rua Harley, e uma repórter do The Sun perguntou ao cantor a respeito quando ele desembarcou em um aeroporto voltando de uma viagem ao Japão, e ele negou o boato. De acordo com o parceiro de Freddie, Jim Hutton, o cantor foi diagnosticado soropositivo em abril de 1987, mas decidiu negar todos os boatos sempre que questionado. No entanto, a saúde física de Freddie se deteriorou rapidamente, e ele começou a aparecer em público cada vez mais magro e pálido, o que levou a imprensa a publicar centenas de artigos especulando sobre o assunto. Nessa época, o Queen havia se aposentado dos palcos devido a condição do vocalista, e em 18 de fevereiro de 1990, quando o Queen foi homenageado no Brit Awards, em Londres, recebendo uma condecoração por sua Contribuição a Música Britânica, Freddie compareceu ao lado da banda, mas não falou nada, o que apenas alimentou os rumores. Naquela altura, para o grande público, já era uma certeza que o cantor era, de fato, seropositivo, e o Brit Awards foi sua última aparição pública.
 Em 1991, totalmente recluso, Freddie era vítima constante do assédio de repórteres, que cercavam sua casa e não iam embora durante dias para conseguir uma foto sua, que estava com uma horrível aparência devido a sua doença. Uma foto do rosto de Freddie, magro e com manchas negras, estampou uma edição do The Sun na matéria É Oficial: Freddie Está Gravemente Doente, que foi a edição de jornal mais vendida no ano no Reino Unido. Apesar de não poder se apresentar ao vivo, Freddie continuou a trabalhar com a banda até o fim; depois de descobrir sua doença, o cantor lançou um disco de ópera e também lançou mais dois álbuns com a banda, e continuou a gravar videoclipes com o grupo, o vídeo de These Are the Days of Our Lives, gravado em maio de 1991, foi o último trabalho de Freddie em frente às câmeras; para esconder as horríveis manchas que tinha na pele, ele teve de passar horas se maquiando, e o vídeo teve de ser lançado em preto e branco para esconder sua aparência.
 Em junho de 1991, Freddie continuou a gravar vocais para novas músicas do Queen para que a banda as terminasse depois, pois ele sabia que não sobreviveria por muito tempo, mas um certo dia teve de abandonar os estúdios totalmente por não ter mais forças nem para se manter em pé. Essas canções foram posteriormente lançadas no álbum póstumo Made in Heaven, em 1995. Em seus últimos dias, Freddie perdeu a visão e não conseguia sair da cama, por isso decidiu parar de tomar sua medicação, e passou a esperar pela morte. Em 22 de novembro, Freddie chamou o empresário do Queen, Jim Beach, e pediu que ele fizesse um comunicado à imprensa para divulgar sua doença, que foi lançado no dia seguinte. Cerca de vinte e quatro horas após o comunicado ser feito, durante a noite, Freddie faleceu vítima de broncopneumonia, acarretada pela AIDS. Seu funeral ocorreu em Londres três dias depois, assistido por trinta e cinco pessoas, incluindo a família de Freddie, os membros e o empresário do Queen, Mary Austin, Jim Hutton e poucas outras pessoas. O corpo do cantor foi cremado no Cemitério de Kensal Green, e suas cinzas foram entregues a Mary Austin, e apenas ela, Jim Hutton, a família do cantor e os membros do Queen sabem onde as cinzas foram depositadas, e nunca revelaram seu paradeiro.
 Seguindo a enorme comoção da mídia nas últimas duas semanas, eu gostaria de confirmar que fui testado como seropositivo e tenho AIDS. Eu senti que era melhor manter isso privado até agora para proteger a mim e aqueles ao meu redor. No entanto chegou a hora de meus amigos e meus fãs saberem a verdade, e espero que todos se juntem a mim e aos meus médicos na luta contra essa terrível doença. Minha privacidade sempre foi importante para mim e sou famoso por minha falta de entrevistas, por favor, entendam que essa política continuará.
Parte do comunicado de Freddie Mercury assumindo ser soropositivo.
 Mercury se tornou mundialmente famoso como vocalista da banda de hard rock Queen, que ele formou ao lado do guitarrista Brian May e do baterista Roger Taylor em 1971 sob o nome Smile, com o nome Queen sendo adotado logo depois do recrutamento do baixista John Deacon. Os primeiros álbuns da banda, Queen e Queen II tiveram uma recepção mais limitada ao Reino Unido, e o grupo conseguiu certa projeção mundial com o disco Sheer Heart Attack, com a conhecida canção Killer Queen, mas foi em 1975 que a banda atingiu o estrelato com o álbum A Night at the Opera, que trouxe a canção Bohemian Rhapsody, um grande clássico na qual Mercury fundiu o rock and roll com a ópera e criou aquela que é, até hoje, considerada uma das maiores gravações musicais da história. O Queen seguiu lançando discos muito bem vendidos e realizando grandes turnês mundiais. Em 1976, foi lançado A Day at the Races, com a canção Somebody to Love, e em 1977 saiu News of the World, que trouxe os dois maiores hinos do grupo, We Will Rock You e We Are the Champions. O álbum seguinte, Jazz, não foi um fracasso, mas falhou em conseguir a mesma aceitação de seus antecessores, apesar de que com The Game o Queen voltou a ser elogiado, trazendo canções como Crazy Little Thing Called Love" e Another One Bites the Dust, uma canção ao estilo de funk rock que foi um grande sucesso e esteve no topo da Billboard Hot 100 por várias semanas. Na turnê de The Game, o Queen tornou-se a primeira grande banda europeia a se apresentar na América do Sul, com cinco datas na Argentina e duas no Estádio do Morumbi, na cidade brasileira de São Paulo, atraindo uma audiência combinada de quase trezentas mil pessoas.
 Em 1982, empolgado com a boa recepção de Another One Bites the Dust, Freddie decidiu que queria gravar um álbum inteiro nesse estilo, uma ideia que desagradou profundamente os outros três membros do grupo, mas que acabaram cedendo, produzindo canções de funk rock, new wave e outros estilos diferenciados. O álbum em questão, Hot Space, se tornou o único grande fiasco do grupo, desagradando profundamente os fãs e recebendo um péssima avaliação da crítica, sendo, até hoje, considerado uma dos piores álbuns já lançado por uma banda. O fracasso do disco causou muitos problemas no grupo, que se separou momentaneamente, reunindo-se mais tarde para gravar um novo disco, voltando ao seu estilo habitual. O álbum The Works permitiu que a banda recuperasse sua popularidade, trazendo grandes sucessos como I Want to Break Free, Radio Ga Ga e Hammer to Fall. Na turnê do disco, a banda voltou ao Brasil como atração principal da primeira edição do festival Rock in Rio, na cidade do Rio de Janeiro em 1985, se apresentando em duas noites para uma audiência combinada de cerca de seiscentas mil pessoas. Mais tarde naquele ano, a banda realizou uma de suas mais famosas apresentações, como atração principal do festival beneficente britânico Live Aid, no Estádio de Wembley, que foi transmitida ao vivo na televisão para milhões de pessoas e é, até hoje, considerada pela crítica a maior apresentação de um grupo de rock já feita. Nesse mesmo ano, Freddie lançou seu álbum solo, Mr. Bad Guy, que teve vendas modestas, mas gerou alguns sucessos como Living on My Own e I Was Born to Love You. 
 Em 1986, com sua popularidade altamente renovada, o Queen lançou o disco A Kind of Magic, que foi um grande sucesso, e realizou uma turnê de estádios pela Europa, com uma produção e recepção nunca vista antes, com dois concertos no Estádio de Wembley que foram gravados e lançados em vários formatos posteriormente. Em 1987, Freddie descobriu ser portador do vírus da AIDS, e sua saúde física se deteriorou rapidamente, por isso o Queen se aposentou dos palcos, sendo que o concerto final da Magic Tour, em Londres, no dia 8 de agosto de 1986, foi o último momento de Freddie no palco. Trabalhando apenas no estúdio, o grupo lançou The Miracle em 1987, e no ano seguinte, Freddie voltou a inovar sua carreira ao lançar o disco Barcelona, um projeto de música clássica ao lado da soprano espanhola Montserrat Caballé. Em 1991, o Queen lançou Innuendo, que foi um grande sucesso comercial, e mesmo estando com sua saúde extremamente debilitada, Freddie continuou a trabalhar exaustivamente, tanto que, após menos de um mês, ele já estava em estúdio gravando vocais para um disco novo do grupo. O cantor, que morreu nesse mesmo ano, já sabia que não sobreviveria por muito tempo, por isso gravou todos os vocais antecipadamente para que a banda concluísse o trabalho mais tarde.
 Em 1992, os três integrantes remanescentes do Queen organizaram um grande concerto em homenagem a Freddie, o The Freddie Mercury Tribute Concert, no Estádio de Wembley, que teve a participação de muitas das maiores bandas da história, como Led Zeppelin, Guns N' Roses, Metallica, U2, e muitas outras. O álbum gravado com os vocais que Freddie deixou prontos, Made in Heaven, foi finalizado e lançado em 1995. Hoje em dia, estima-se que o Queen já tenha vendido mais de cento e cinquenta milhões de discos ao redor do mundo.

Apesar de que no dia a dia, a voz de Mercury soava em um tom barítono, quando estava cantando, seus vocais atingiam uma escala de tenor, normalmente variando de Baixo F (F2) para Alto F (F6), quase atingindo a escala soprano, que é feminina. David Bret, um conceituado crítico, descreveu a voz do cantor como [...]indo de um típico grunhido gutural de rock para um vibrante som tenor, logo atingindo um tom alto, perfeito e cristalino no ápice. A soprano Montserrat Caballé, com quem Freddie gravou um álbum, declarou que a diferença entre ele e outros cantores é que ele estava realmente vendendo a voz. A soprano completou dizendo que [...]sua técnica era impressionante. Sem problemas de sincronia, ele cantava com um grande senso de ritmo, capaz de mudar facilmente de uma escala para outra. Sua pronuncia era sutil, doce e também poderosa, ele era capaz de encontrar o tom certo para cada palavra.
 Além de cantar, Freddie também tinha uma grande versatilidade artística, sendo capaz de tocar vários instrumentos, sendo também o pianista do Queen. O cantor começou a ter aulas de piano aos nove anos na Índia, e depois de se mudar para Londres, foi treinado na guitarra e no violão, tendo tocado esses instrumentos em várias canções do Queen, e apesar de também ter grande habilidade para tocar teclado, o cantor não gostava desse instrumento, por isso, alguém de fora do Queen sempre era convidado para tocá-lo nos discos do grupo, como Fred Mandel e Mike Moran. Nos concertos do Queen, Freddie executava ao vivo todas as partes de piano, e após 1980, quando foi lançada a canção Crazy Little Thing Called Love, Freddie passou a executá-la ao vivo tocando violão, e depois tocando guitarra ao lado de Brian May. Apesar de sempre ter tido uma mente aberta com relação a novas tecnologias, e ter aprovado o uso de sintetizadores em vários discos do Queen, Freddie costumava ter aversão a pianos elétricos por achar o som deles artificial, tanto que em 1975, o cantor se recusou a tocar um piano Wurlitzer na canção You're My Best Friend, de John Deacon, levando o próprio John a ter que gravá-lo.
 No Queen, Mercury era o principal compositor ao lado de Brian May, com Roger Taylor e John Deacon tendo um papel geralmente menor. Freddie criou a maioria dos grandes sucessos do Queen, como We Are the Champions, Bohemian Rhapsody, Love of my Life, Don't Stop Me Now, Killer Queen, Crazy Little Thing Called Love, e muitas outras. Com o passar dos anos, as composições de Freddie para o Queen passaram por uma grande sucessão de estilos, com uma grande versatilidade artística sendo um dos maiores aspectos do cantor.
 Freddie possuía uma variado gosto musical e influência de diversos cantores e bandas, o que o levava a estar sempre diversificando suas criações. No início dos anos 70, quando o Queen começou, o Led Zeppelin já era uma banda muito popular e apreciada por Mercury, sendo a principal influência em canções como Seven Seas of Rhye e Killer Queen, canções com um toque de jazz rock característico dos álbuns do Led Zeppelin. Um grande fã de Elvis Presley, Freddie baseou muito de seu estilo e performance no astro, e algumas canções foram criadas ao estilo sessentista de Elvis, como Crazy Little Thing Called Love e Man on the Prowl. No entanto, a tradicional música clássica e o canto gospel, com os quais Freddie teve muito contato enquanto crescia, sempre foram suas principais fundações, com muitos sucessos do Queen trazendo vocais agudos e uma forte presença de piano e coros de fundo, como é o caso de Somebody to Love, composta como se fosse um hino gospel, e It's a Hard Life, que abre com uma área da ópera Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo. O psicodelismo dos anos 70, popularizado pelo Pink Floyd, também teve grande impacto sobre Freddie, principalmente em canções como Get Down, Make Love e My Melancholy Blues.
 Freddie ainda apreciava o funk e o pop rock, o que o levou a criar várias canções nesses estilos, como Under Pressure e Body Language. A mais apreciada composição de Freddie é Bohemian Rhapsody, uma canção revolucionária e complexa, dividida em várias partes e soando em diversos estilos, desde o hard rock até a ópera, possuindo uma letra trágica e rancorosa, e Freddie nunca explicou seu verdadeiro significado, se referindo a ela como sendo [...]uma daquelas músicas que possui um sentimento de fantasia. Eu acho que as pessoas deveriam apenas ouví-la, pensar sobre ela, e então refletir sobre o que ela tenta lhes dizer[...]. Em uma entrevista de 1986, Freddie declarou: Eu odeio fazer sempre a mesma coisa. Gosto de conhecer as novidades da música, do cinema e do teatro, e então, usar tudo isso.
 Durante sua carreira com o Queen, Mercury realizou mais de setecentos concertos ao redor do mundo em quinze anos em todos os continentes, exceto a Antártida. O Queen foi a primeira banda europeia a fazer turnês na América do Sul, com datas na Argentina, Brasil e Venezuela, e também foi o primeiro grupo a se apresentar na África do Sul, um acontecimento que causou polêmica, pois, naquela época, se apresentar na África significava, aos olhos da política, que o indivíduo apoiava o apartheid (separatismo racial), acusações que foram recebidas como piada pelo grupo. O Queen se tornou célebre por esses e outros feitos, na época, únicos, como se apresentar para cerca de seiscentas mil pessoas no Rock in Rio de 1985, e também ter realizado um concerto para oitenta mil pessoas na Hungria em 1986. A performance mais célebre de Freddie aconteceu no evento beneficente Live Aid, em 1985, quando setenta e duas mil pessoas no Estádio de Wembley cantaram e bateram palmas juntas sob o comando do cantor, até hoje enaltecido pela crítica devido a esse dia.
 Mercury possuía várias marcas registradas que lhe deram notoriedade, tanto quanto a sua performance quanto a sua aparência pois, quando ao vivo, Freddie cantava usando um microfone preso a metade de um pedestal, como se fosse seu cetro (Queen significa Rainha), uma ideia que ele teve antes do grupo, quando seu pedestal quebrou e ele achou que o aparelho era um bom efeito visual. Quando cantava, Freddie fazia movimentos considerados teatrais, influenciados pelo seu treinamento em ballet, e também, em todos os concertos, Freddie envolvia a plateia em uma sequência conhecida como chamada e resposta, na qual ele executava algumas notas vocais e, em seguida, a plateia as imitava, permitindo que até as multidões em grandes estádios tomassem parte. Freddie também costumava permitir que o público cantasse partes de várias canções, principalmente a versão acústica de Love of my Life, e também comandava acenos e palmas sincronizadas em canções como We Will Rock You e Radio Ga Ga. Nos anos 70, Freddie tinha cabelo comprido e usava uma característica roupa quadriculada, mas a partir dos anos 80 passou a exibir um cabelo mais curto e deixou o bigode crescer, o que se tornou outro de seus símbolos. Logo no começo, devido ao bigode, pessoas da plateia costumavam jogar giletes e espuma de barbear no palco, que o cantor agradecia e guardava no bolso.
 Até hoje, a crítica considera Mercury como um dos maiores artistas da história devido a sua performance. Um repórter do The Spectator o descreveu como um artista fora de série, chocante e charmoso com várias versões extravagantes de si mesmo. O popular cantor David Bowie, que já gravou e se apresentou com o Queen, se referiu a Mercury dizendo que dentre todos os cantores teatrais de rock, ele foi o único a levar tudo a um outro nível [...] era alguém que podia, literalmente, ter a plateia na palma da mão. O guitarrista Brian May declarou que Freddie conseguia fazer a última pessoa na última fileira do estádio se sentir incluída. Em uma resenha do Live Aid em 2005, um crítico escreveu que aqueles que listam os maiores vocalistas da história costumam dar a primeira posição para Robert Plant ou Mick Jagger, mas estão terrivelmente errados, por sua performance mitológica no Live Aid Mercury era, sem dúvida, o maior de todos.
 Integrantes de muitas grandes bandas que surgiram antes ou depois do Queen apontam Mercury como grande influência em seu trabalho. Axl Rose, vocalista do Guns N' Roses, baseou muito de sua postura no palco em Mercury, com relação a seus movimentos, o uso do piano e o modo de cantar, por exemplo, e declarou que se não tivesse ouvido as letras de Freddie quando criança, não sabe o que teria sido dele. Kurt Cobain, do Nirvana, escreveu em sua carta de suicídio que admirava e invejava a felicidade que Freddie sentia ao estar no palco, e Robert Plant, do Led Zeppelin, declarou que Mercury era o único cantor que, por trás de sua lenda, realmente era uma lenda. Paul McCartney, certa vez, se referiu a Freddie como "Rei Mercury.
 Dave Grohl, do Foo Fighters, declarou que todas as bandas deviam estudar Freddie no Live Aid, quando ele demostrou que era o maior vocalista de todos. Personalidades da música pop também admiram seu trabalho, como Michael Jackson, que assistiu a vários concertos do Queen em Los Angeles, e apontava Mercury como seu cantor favorito, e Katy Perry o apontou como sua maior influência, declarando que a combinação de sua performance sarcástica e suas letras, combinadas com sua atitude de indiferença, afetaram muito sua música. Lady Gaga criou seu nome artístico baseado na canção Radio Ga Ga e descreveu Freddie como sendo um gênio, que conseguia se reinventar constantemente. 
 Em 2008, Mercury ficou em segundo lugar na lista da MTV das 22 Maiores Vozes da Música, e no ano seguinte também ficou em segundo lugar na lista da rádio Planet Rock das Maiores Vozes do Rock and Roll, mas foi o campeão na lista dos Maiores Vocalistas da História da revista Classic Rock. Em 2011, Freddie ficou em segundo lugar na lista da NME dos Maiores Cantores da História, também ficou em segundo lugar na lista 100 Melhores Vocalistas da História pela revista Rolling Stone, e foi eleito o maior cantor de todos tempos pelos leitores da revista Gigwise.

 Em 25 de novembro de 1996, foi inaugurada uma estátua em homenagem a Mercury na cidade suiça de Montreux, as margens do Lago Léman, com três metros de altura projetada por Irena Sedlecká; a cerimônia foi assistida por Brian May, Roger Taylor, Montserrat Caballé e o pai de Freddie, assim como por milhares de pessoas. A partir de 2003, fãs de várias partes da Europa começaram a se reunir anualmente em frente à estátua de Montreux para prestar tributo ao cantor, com a banda Bearpark And Esh Colliery apresentando canções do Queen. Em 1999, a Royal Mail imprimiu uma série de selos nacionais com o rosto de Freddie, como sinal de respeito.
 Em 2009, uma estrela foi colocada em uma calçada de Londres no local em que a família de Freddie desembarcou na cidade em 1964, em uma cerimônia assistida por Brian May e pela mãe do cantor. A partir de 2009, uma compilação de vídeos em sua homenagem passou a ser exibida toda semana em um telão em frente ao Fremont Street Experience, um dos maiores cassinos de Las Vegas. No mesmo ano, foi inaugurada uma estátua de Mercury em frente ao Teatro Playhouse na cidade escocesa de Edimburgo. Outra grande estátua está localizada em frente ao Teatro Dominion de Londres, onde o musical We Will Rock You, baseado nas canções do Queen, é apresentado.
 Em celebração dos sessenta e cinco anos de Mercury, o Google o homenageou com seu logotipo em sua página online de pesquisas, que por algumas semanas mostrava uma animação de Freddie cantando Don't Stop Me Now. Outro grande tributo foi pago na Cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Verão de 2012, quando foram mostradas em vários telões do Estádio Olímpico de Londres a gravação de Freddie realizando sua chamada e resposta com a plateia de Wembley em 1986, e a multidão de espectadores e atletas no local respondeu adequadamente. Em seguida, Brian May e Roger Taylor tocaram We Will Rock You com a cantora Jessie J no vocal.
 Em 24 de novembro de 1997, um monodrama baseado na vida de Mercury, o Mercury: The Afterlife and Times of a Rock God, estreou em Nova Iorque, nos Estados Unidos. A peça apresenta Freddie, interpretado por Khalid Gonçalves, examinando sua vida, em um texto de Charles Messina. Billy Squier abria a peça interpretando a canção acústica I Have Watched You Fly, que ele escreveu.
 Em 2010, numa entrevista para a BBC, Brian May revelou que o ator Sacha Baron Cohen, conhecido por seus personagens cômicos como Ali G e Borat, havia sido escolhido para interpretar Mercury em um filme sobre sua vida. O roteiro está sendo escrito por Peter Morgan e vai ser produzido pela TriBeCa Productions de Robert De Niro, com a história indo desde a formação do Queen até a apresentação no Live Aid. Em abril de 2011, May confirmou que o filme ainda será feito, com previsão para ser gravado em 2014, no entanto, Sacha Baron desistiu do papel e seu substituto não foi revelado.
 Em setembro de 2012, foi lançado em DVD e Blu-ray pela Eagle Rock Entertainment, o documentário Freddie Mercury: The Great Pretender, exibido no mesmo ano pela rede britânica BBC One, e vencedor de um Emmy Internacional de melhor programa artístico.
 Freddie foi retratado como um personagem de apoio na série britânica Best Possible Taste: The Kenny Everett Story, exibido em outubro de 2012, interpretado por James Floyd.
Discografia:
Com o Queen, Mercury lançou quinze álbuns, incluindo um disco póstumo, e também lançou dois álbuns solo:

Com o Queen:
Queen (1973)
Queen II (1974)
Sheer Heart Attack (1974)
A Night at the Opera (1975)
A Day at the Races (1976)
News of the World (1977)
Jazz (1978)
The Game (1980)
Flash Gordon (1980)
Hot Space (1982)
The Works (1984)
A Kind of Magic (1986)
The Miracle (1989)
Innuendo (1991)
Made in Heaven (1995)

Solo:
Mr. Bad Guy (1985)
Barcelona (1988)