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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

GILSON DE SOUZA Cantor

 ADOLFO CIRINO DE SOUZA 

 Mais conhecido pelo pseudônimo Gilson de Souza (Marília, 12 de Junho de 1944 — 12 de Junho de 2022)

 Foi um Cantor e Compositor Brasileiro de Samba. Obteve projeção nacional na década de 1970, principalmente pela autoria e interpretação da canção "Poxa", que se tornou um dos seus maiores êxitos comerciais.

 Nascido no interior paulista, na cidade de Marília, Gilson mudou-se para a capital do estado na década de 1960. Iniciou a sua trajetória artística a apresentar-se no circuito de casas noturnas e bares de São Paulo, como o Bar Jogral.

 O seu nome ganhou notoriedade como compositor em 1973, quando o cantor Jair Rodrigues gravou a sua canção "Orgulho de um sambista", que alcançou sucesso nas rádios.

 Em 1975, contratado pela gravadora Tapecar, Gilson gravou o samba autoral "Poxa", acompanhado pelo grupo Originais do Samba. A canção atingiu sucesso nacional, impulsionando a gravação do seu primeiro álbum homônimo. Pelo êxito da faixa, Gilson recebeu o Troféu Imprensa (referente a 1975) nas categorias de melhor música e cantor revelação. A obra viria a ser regravada por artistas comoZeca Pagodinho e Elymar Santos.

 Ao longo da sua carreira, teve composições gravadas por intérpretes como Elza Soares, Almir Guineto e Originais do Samba. Além da sua atuação no Brasil, realizou apresentações em países como Espanha, Portugal, França e Japão.

 Fora dos palcos, atuou na área dos direitos de autor como conselheiro fiscal da Sociedade Independente de Compositores e Autores Musicais (SICAM).

 Gilson de Souza faleceu a 12 de junho de 2022, no dia em que completava 78 anos de idade.

 Ao longo da sua carreira, Gilson compôs e gravou diversas faixas de apelo popular, lançadas maioritariamente em formato de compacto (single) e nos seus álbuns de estúdio (como Poxa, de 1975, e Poeta de Rua, de 1979). Entre as principais canções encontram-se:

          SUCESSOS 

 Poxa

 Orgulho de um sambista

 Deixa pra Deus resolver

 Folia, carnaval e cinzas

 Carnaval não envelhece

 Sou da madrugada

 Me mate de amor

 Vou entrar na dança

 Cadê a mulata

 Nega

 Ainda menino