RADIO PORTAL FLASH BACK

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Century


-Origem   Marselha, Provence-Alpes-Côte d'Azur
-País      França
-Gênero(s)         Rock, rock progressivo, pop rock, synthrock

-Período em atividade  1979 - 2000, 2006-presente


 É uma banda de rock francesa formada em 1979 em Marselha. Century é provavelmente mais conhecida pelo single Lover Why que permaneceu por sete semanas em primeiro lugar na França. A banda chegou a vender mais de dez milhões de cópias em todo o mundo.
 No Brasil, a canção Lover Why foi utilizada na trilha sonora da novela Ti Ti Ti da Rede Globo. Gone with the Wind entrou na trilha sonora da novela Hipertensão.


Formação:
Atualmente:
Jean-Louis Milford – vocal, teclados
Thomas Richard – guitarras, teclados
Philipp Sanders – bateria
Stephen Pisani – baixo
Anteriormente:
Éric Traissard (guitarra)
Laurent Cokelaere (baixo)
Christian Portes (bateria)
Jean-Dominique Sallaberry

Discogarfia:
               
                                    - Lançamento: 1986
..And Soul It Goes      - Gravadora: Clever
                                    - Formatos: LP, CD, K7

                                      - Lançamento: 1988
Is It Red?                      - Gravadora: MBP
                                      - Formatos: LP, K7
               
                                     - Lançamento: 2006
Timeless                      - Gravadora: Apology Records
                                     - Formatos: CD

Singles:
1985 - Lover Why
1986 - Jane
1986 - Gone with the Winner
1986 - Self Destruction
1988 - This Way to Heaven

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Streets of Fire


Streets of Fire, Ruas de Fogo - Uma Fábula de Rock and Roll é um filme de ação estadunidense de 1984, dirigido por Walter Hill.
 A cantora de rock Ellen Aim (Diane Lane) retorna à sua cidade para um show e é sequestrada pelos Bombers, uma gangue de motoqueiros liderada por Raven Shaddock (Willem Dafoe). Reva Cody (Deborah Van Valkenburgh) envia um telegrama a seu irmão Tom Cody (Michael Paré), ex-namorado de Ellen, pedindo que ele volte à cidade. Juntamente com o produtor e atual namorado de Ellen, Billy Fish (Rick Moranis) e com a ex-soldado McCoy (Amy Madigan), Tom enfrenta a violência das gangues para resgatá-la das mãos dos Bombers.

    Elenco:
Michael Paré - Tom Cody
   Diane Lane - Ellen Aim
      Rick Moranis - Billy Fish
        Amy Madigan - McCoy
           Willem Dafoe - Raven Shaddock
              Deborah Van Valkenburgh - Reva Cody
                 Bill Paxton – Clyde

         Trilha Sonora:
     Nowhere Fast - Fire Inc.
     Sorcerer - Marilyn Martin
     Deeper and Deeper - The Fixx
     Countdown to Love - Greg Philinganes
     One Bad Stud - The Blasters
     Tonight Is What It Means to Be Young - Fire Inc.
     Never Be You - Maria Mckee
     I Can Dream About You - Dan Hartman
     Hold That Snake - Ry Cooder
     Blue Shadows - The Blasters

 O filme é parte de uma trilogia criada por Walter Hill chamada "As aventuras de Tom Cody". As histórias seguintes - chamadas The Far City (A Cidade Distante, em inglês) e Cody's Return (O Retorno de Cody) chegaram a ser escritas, mas não foram filmadas. Uma sequencia não-oficial, chamada Road to Hell (Estrada para o Inferno), foi filmada em 2008, dirigida por Albert Pyun e com Michael Paré no papel de Cody.



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

David Gates

 David Ashworth Gates (Tulsa, 11 de dezembro de 1940) é um cantor, compositor e produtor musical norte-americano, ex-integrante da banda Bread. Ele e Robb Royer (um dos co-fundadores) são os únicos sobreviventes do grupo.
 Vocalista e tecladista do Bread, Gates sempre esteve rodeado pela música, sendo excelente pianista, baixista e guitarrista durante a escola secundária.
 Em 1957, seu primeiro êxito, Jo-Baby, foi registrado por Chuck Berry. David, então com 16 anos, a escreveu para sua namorada Jo Rita, com quem ele se casou e teve filhos enquanto estudavam na Universidade de Oklahoma.
 Em 1961, se mudou com a família para Los Angeles, principiando uma carreira como compositor e produtor. No final dos anos 60 colaborou com Elvis Presley, Bobby Darin, Merle Haggard e produziu em 1965 o hit de Glenn Yarborough, Baby, The Rain Must Fall.
 Em 1968, cria o Bread, a banda que chegaria às paradas de sucesso mundiais e do grupo faziam parte ainda Jimmy Griffin (10 de agosto de 1943 – 11 de janeiro de 2005), Robb Royer (6 de dezembro de 1942), mais tarde o baterista Mike Botts (8 de dezembro de 1944 - 9 de dezembro de 2005), e o tecladista Larry Knechtel (4 de agosto de 1940 - 20 de agosto de 2009).
 Em 1973, após inúmeros desentendimentos entre Griffin e Gates, a banda se separa e seus integrantes seguem carreira solo em diferentes direções. Contudo, nenhum deles alcançou separadamente o sucesso da união de antes. Em 1977 a banda volta a se reunir e lançou aquele que seria seu último álbum (Lost Without Your Love) que foi bem recebido pela crítica e público.
 David Gates lançou seus próprios álbuns, First e Never Let Her Go, em 1975, Goodbye Girl, em 1978, Falling In Love Again, em 1980, Take Me Now, em 1981, e Love Is Always Seventeen, em 1995.
 Várias de suas canções foram gravadas por artistas como Julio Iglesias e Boy George. Everything I Own é uma homenagem a seu pai, que foi a sua maior influência e principal incentivador. Foi gravada por The Kendalls & Joe Stempley de Nashville.
 Sua incrível habilidade e versatilidade como compositor o levou por vários gêneros musicais. David Gates continua a escrever e produzir no estúdio de gravação que possui em sua fazenda na Califórnia. Um dos seus principais sucessos após deixar o grupo é Take me Now (integrou a trilha sonora internacional da novela Brilhante, da Rede Globo), além de Goodbye Girl, que deu o Oscar de melhor ator para Richard Dreyfuss, em filme homônimo.

 David Gates já participou de dois álbuns da consagrada banda brasileira Roupa Nova; no disco Através dos Tempos, de 1997, o cantor fez dueto com o sexteto carioca na música De Ninguém, versão de The Guitar Man da banda Bread; no disco Natal Todo Dia, de 2007, foi a vez dele participar de Volte Neste Natal.

Discografia:
Bread:
1969: Bread
1970: On the Waters
1971: Manna
1972: Baby I'm-a Want You
1972: Guitar Man
1977: Lost Without Your Love

Solo:
1973: First
1975: Never Let Her Go
1978: Goodbye Girl
1979: Falling in Love Again
1981: Take Me Now
1995: Love is Always Seventeen
2002: The David Gates Songbook


terça-feira, 21 de novembro de 2017

LEVA

Música composta por Michael Sullivan e interpretada originalmente por ele, atingiu um grande sucesso na voz de Tim Maia.
 Apesar de parecer que foi composta para alguém, na verdade foi para o tema de fim de ano da Rádio Bandeirantes FM, em 1984, como declaração de amor da rádio para seus ouvintes.

 Tim Maia ouviu e resolveu grava-la, sucesso estourado na época e tocada até hoje com grande alcance de público.


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

SECOS & MOLHADOS


Foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).
 O nome foi criado por João Ricardo quando, nas proximidades de Ubatuba, em um dia chuvoso, viu uma placa de armazém balançando anunciando "Secos e Molhados". Isto lhe chamou a atenção; antes mesmo do surgimento da banda, surgiu a ideia do nome e alguns outros conceitos foram se formando. Passaram uma grande temporada em Crixás.

 No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como O Vira, Sangue Latino, Assim Assado, Rosa de Hiroshima, que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à Ditadura Militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.
 Seu álbum de estreia, Secos e Molhados I (1973), foi possível graças às tais performances que despertaram interesse nas gravadoras, e projetou o grupo no cenário nacional, vendendo mais de 700 mil cópias no país. Desentendimentos financeiros fizeram essa formação se desintegrar em 1974, ano do Secos e Molhados II, embora João Ricardo tenha prosseguido com a marca em Secos & Molhados III (1978), Secos e Molhados IV (1980), A Volta do Gato Preto (1988), Teatro? (1999) e Memória Velha (2000), enquanto Gérson continuou a tocar sozinho. Do grupo, Ney Matogrosso é o mais bem-sucedido em sua carreira solo, e continua ativo desde Água do Céu Pássaro (1975).
 Os Secos & Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estreia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a Rolling Stone Brasil posicionou o primeiro LP em quinto lugar na sua lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano o colocou na 97ª posição.

 A formação inicial do grupo era composta por: João Ricardo(violão de doze cordas e gaita), Fred(bongô) e Antônio Carlos ou Pitoco, como é mais conhecido. O som completamente diferente à época, fez com que o Kurtisso Negro de propriedade de Peter Thomas, Oswaldo Spiritus e Luiz Antonio Machado no bairro do Bixiga, em São Paulo, local onde o grupo se apresentava, fosse visitado por muitas pessoas, interessadas em conhecer o grupo. Entre os curiosos estava a cantora e compositora Luhli, com quem João Ricardo compôs alguns dos maiores sucessos do grupo O Vira e Fala.
 Fred e Pitoco, em julho de 1971, resolvem seguir carreira solo e João Ricardo sai à procura de um vocalista. Por indicação de Heloísa Orosco Borges da Fonseca(Luhli), conhece Ney Matogrosso, que muda-se do Rio de Janeiro para São Paulo. Depois de alguns meses, Gerson Conrad, vizinho de João Ricardo, é incorporado ao grupo. O Secos & Molhados começa a ensaiar e depois de um ano se apresenta no teatro do Meio, do Ruth Escobar, que virou um misto de bar-restaurante chamado Casa de Badalação e Tédio.
 No dia 23 de maio de 1973, o grupo entra no estúdio Prova para gravar em sessões de seis horas ao dia, por quinze dias, em quatro canais, seu primeiro disco, que vendeu mais de 300 mil cópias em apenas dois meses, atingindo um milhão de cópias em pouco tempo.
 Os Secos & Molhados se tornaram um dos maiores fenômenos da música popular brasileira, batendo todos os recordes de vendagens de discos e público. O disco era formado por treze canções que ao ver da crítica, parecem atuais até os dias de hoje. As canções mais executadas foram Sangue Latino, O Vira, e Rosa de Hiroshima. O disco também destaca inúmeras críticas a ditadura militar que estava implantada no Brasil, em canções como o blues alternativo Primavera nos Dentes e o rock progressivo Assim Assado, esta de forma mais explícita em versos que personificam uma disputa entre socialismo e capitalismo. Até mesmo a capa do disco foi eleita pela Folha de S.Paulo como a melhor de todos os tempos de discos brasileiros.
 O sucesso do grupo atraiu a atenção da mídia, que convidou-os para várias participações na televisão. As mais relevantes foram os especiais do programa Fantástico, da Rede Globo. Sempre apareciam com maquiagens inusitadas, roupas diferentes sendo uma das primeiras e poucas bandas brasileiras a aderirem ao glam rock.
 Em fevereiro de 1974, fizeram um concerto no Maracanãzinho que bateu todos os índices de público jamais visto no Brasil – enquanto o estádio comportava 30 mil pessoas, outras 90 mil ficaram do lado de fora. Também em 1974 o grupo saiu em turnê internacional que, segundo Ney Matogrosso, gerou oportunidades de criar uma carreira internacional sólida.
 Em agosto do mesmo ano, sai o segundo disco de estúdio da banda, que tinha em destaque Flores Astrais, único sucesso do disco. Lançamento pouco antes do fim da formação clássica da banda, por brigas internas. Talvez por isso o segundo álbum sem título, com uma capa preta, não tenha feito tanto sucesso comercial como o primeiro.
 Após o fim do grupo Secos & Molhados, os três membros seguiram em carreira solo. Ney Matogrosso lançou no ano seguinte, em 1975, seu primeiro disco solo com o nome de Água do Céu-Pássaro(recheado de experimentalismos musicais) e com o sucesso América do Sul. João Ricardo lançou também em 1975 seu disco homônimo, mais conhecido por Disco Rosa/Pink Record. Gerson Conrad juntou-se a Zezé Motta e lançou um disco também em 1975.
 João Ricardo adquiriu os direitos autorais sob o nome Secos & Molhados, após algumas brigas na justiça, e saiu à busca de novos músicos para que a banda tivesse novas formações.
A primeira formação após o fim do grupo em 1974 surgiu em maio de 1978, João Ricardo lançou o terceiro disco dos Secos & Molhados com Lili Rodrigues, Wander Taffo, Gel Fernandes e João Ascensão. O terceiro disco foi lançado, e mais um sucesso do grupo – o que seria o último de reconhecimento nacional, e único fora da formação original, Que Fim Levaram Todas as Flores?, uma das canções mais executadas no Brasil naquele ano, o que trouxe o novo grupo de João Ricardo às apresentações televisivas.
 No mês de Agosto de 1980, junto com os irmãos Lempé, César e Roberto, o Secos e Molhados lançaram o quarto disco, que não teve sucesso comercial. A quinta formação do grupo nasceu no dia 30 de junho de 1987, com o enigmático Totô Braxil, em um concerto no Palace, em São Paulo. Em maio de 1988 saiu o álbum A Volta do Gato Preto, que foi o último da década.
 Sozinho, em 1999, João Ricardo lançou Teatro? mostrando a marca do criador dos Secos e Molhados.
 De acordo com o sítio oficial da banda, João retomou os trabalhos do grupo em junho de 2011 com a entrada de um novo integrante, Daniel Iasbeck. A dupla lançou em novembro do mesmo ano o álbum autobiográfico intitulado Chato-boy. Em 2012 iniciaram nova turnê.
 A canção O Vira é passada para frente de geração à geração, e até hoje, trinta anos depois do fim da formação original do grupo, rádios e programas de televisão a executam.

 Em 2003 foi lançado o disco Assim Assado: Tributo aos Secos & Molhados, que contavam com versões das músicas do disco de 1973 na voz de outros artistas. Entre eles, Nando Reis, Arnaldo Antunes, Pitty, Tony Garrido, Ritchie e outros

FORMAÇÕES:
1971
João Ricardo (vocais, violão e harmônica)
Pitoco (violão)
Fred (percussão)
1973–74 (Formação clássica)
João Ricardo (vocais, violão e harmônica)
Gérson Conrad (vocais e violão)
Ney Matogrosso (vocais)
Tato Fischer (pianista)
Marcelo Frias (bateria e percussão)
Emilio Carrera (piano e órgão)
Sergio Rosadas (flauta)
John Flavin (guitarra)
Willy Verdaguer (baixo)

1977–78
João Ricardo (vocais, violão e harmônica)
Lili Rodrigues (vocais)
Wander Taffo (guitarra, violão)
João Ascensão (baixo)
Gel Fernandes (bateria)

1980
João Ricardo (vocais, violão e harmônica)
Cesar Lampé (vocais)
Roberto Lampé (vocais)
Carlos Amantor (vocais)
Mozarte Melo (guitarra, violão)
Roberto Lazzarini (teclados)
Jamil Joanes (baixo)
Alexandre (baixo)
Dadi (baixo)
Mamão (bateria)

1987–88
João Ricardo (vocais, violão e harmônica)
Tôto Braxil (vocais)
Edio França (guitarra)
Fermando (baixo)
Ninho (bateria)

1988–90
João Ricardo (vocais, violão e harmônica)
Tôto Braxil (vocais)

2011–12
João Ricardo (vocais, violão e harmônica)
Daniel Iasbeck (guitarra e vocal)

DISCOGRAFIA:
Secos & Molhados (1973)
Secos & Molhados II (1974)
Secos & Molhados III (1978)
Secos e Molhados IV (1980)
A Volta do Gato Preto (1988)
Teatro? (1999)
Memória Velha (2000)
Chato-Boy (2011)

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

THAT’S WHAT FRIENDS ARE FOR


 Lançada em 1985, gravada por Dionne Warwick e participação de Elton John, Gladys Knight e Stevie Wonder.
 Gravada em 1982 por Road Stewart para o filme Night Shift, Corretores do Amor no Brasil.

 A versão de Dionne Warwick & Friends foi direcionada para arrecadar fundos para o estudo da AIDS, estourou nas rádios brasileiras sendo uma das músicas mais executadas por aqui. 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Song for Guy


É uma música composta por Elton John, basicamente instrumental, quase em seu fim diz a frase: A vida não é tudo, é a 6ª e última faixa de seu álbum de 1978 A Single Man.
 --Enquanto escrevia esta música um domingo, imaginei-me flutuando no espaço e olhando para o meu próprio corpo. Imaginei-me morrendo. Morbidamente obcecado com esses pensamentos, escrevi essa música sobre a morte. No dia seguinte, eu soube que Guy (Burchett), nosso mensageiro de 17 anos, tinha sido morto tragicamente com sua moto no dia anterior. Guy morreu no dia em que escrevi essa música--.
                                                                                                          Elton John

 Foi um tributo a Guy Burchett, um jovem funcionário da gravadora Rocket Records que foi morto em um acidente de motocicleta. A canção quase foi um sucesso mundial, sendo bem colocada em todas as paradas, exceto nos Estados Unidos e Canadá, onde a MCA, gravadora de Elton, não acreditou que a canção tinha potencial, devido ao recente sucesso de The Music Box Dancer.